No mês da mulher, a força feminina na gestão da Polícia Penal
Com mais de 2,8 mil servidoras, mulheres ocupam cargos estratégicos e atuam em todas as áreas, da linha de frente à gestão
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O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é uma data de reflexão e reconhecimento da luta histórica por direitos, igualdade e respeito. Por isso, durante todo mês de março, ações e iniciativas em alusão a data acontecem no sistema prisional. Atualmente, no quadro funcional da Polícia Penal (PPRS), mais de 2,8 mil profissionais atuam em todas as regiões penitenciárias e na sede administrativa, sendo três dos quatro principais postos de comando, ocupados por mulheres.
“Exercer autoridade com equilíbrio, liderar com firmeza e sensibilidade, e atuar com excelência, mesmo diante das adversidades, são características que cada uma de nós, mulheres da Polícia Penal, carregamos em nossa atuação. Nós temos a missão de romper preconceitos, demonstrar nossa competência e, ao mesmo tempo, contribuir para um ambiente de segurança e justiça. A mulher na Polícia Penal é, antes de tudo, um símbolo de força, dedicação e compromisso com a sociedade”, acrescentou Deisy.
Exercer um cargo de gestão na Polícia Penal, destaca a corregedora-geral, Mariana Barizon, significa assumir uma função de grande responsabilidade e, ao mesmo tempo, ocupar um espaço historicamente pouco acessível às lideranças femininas. “Estar à frente dessa função, como mulher, é afirmar a autoridade institucional com equilíbrio e serenidade, contribuindo para o fortalecimento de uma cultura de integridade, transparência e segurança jurídica. Além disso, amplia referências e encoraja outras mulheres a ocuparem espaços de liderança no serviço público”, pontuou a corregedora-geral que é servidora desde 2014 da instituição.
Presença feminina nas dez regiões penitenciárias do Estado
Além de ocuparem posições nos principais cargos de gestão, a Polícia Penal conta atualmente com duas diretoras de departamentos, três delegadas regionais e 27 diretoras de unidades prisionais. A atuação e a trajetória dessas lideranças femininas nas delegacias regionais e nas unidades prisionais serão apresentadas em reportagens especiais nos próximos dias.